Genotipagem do repertório KIR e análise da expressão dos genes KIR (KIR2DS4) e sua interação com a variação genética do Gene HLA-C em pacientes transplantados renais com e sem episódios de rejeição aguda pós-transplante

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Genotipagem do repertório KIR e análise da expressão dos genes KIR (KIR2DS4) e sua interação com a variação genética do Gene HLA-C em pacientes transplantados renais com e sem episódios de rejeição aguda pós-transplante

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Title: Genotipagem do repertório KIR e análise da expressão dos genes KIR (KIR2DS4) e sua interação com a variação genética do Gene HLA-C em pacientes transplantados renais com e sem episódios de rejeição aguda pós-transplante
Author: Moraes, Marcio Marques de
Abstract: Resumo: As principais dificuldades para o sucesso do transplante renal são as variações sobre a aceitação ao rim transplantado e sua taxa de sobrevivência. Um mecanismo amplamente estudado é o papel dos genes do sistema imune durante este processo, por exemplo o envolvimento das células NK e seus receptores KIR (do inglês Killer-cell Immunoglobulin-like Receptor) devido à sua importância na modulação da resposta destas células contra células alvo. Evidências experimentais demonstraram a infiltração de células NK em rins transplantados e sua atividade aumentada após o transplante.A citotoxicidade das células NK é mediada pela interacção entre os receptores de superfície (por exemplo, KIR) e moléculas de HLA de classe I nas células alvo (por exemplo, HLA-C). De acordo com a hipótese "Missing-Self", a ausência de ligantes específicos de HLA de classe I, na célula alvo, para KIR inibidores poderia levar a aloreatividade das células NK do paciente contra as células do órgão transplantado.Esta ausência do ligante específico é chamada de, em vários estudos, incompatibilidade KIRligante. Foram analisados a presença de 16 genes KIR (através de PCR-SSOP metodologia) e a genotipagem do gene HLA-C (por seqüenciamento e PCR-SSP) em 110 pacientes transplantados renais (57 com a rejeição aguda (RA)) e seus doadores. Além disso, analisamos a influência de três fatores na ocorrência de episódios de rejeição aguda: 1) a identidade KIR (quando o locus está presente em ambos, paciente e seu doador) para 5 loci KIR (KIR2DL1, KIR2DL2 e KIR2DL3, KIR inibidores; KIR2DS1 e KIR2DS2, KIR ativadores), 2) a incompatibilidade KIR-ligante e 3) a expressão de KIR2DS2 e KIR2DS4 em 19 pacientes e 14 doadores (por qRT-PCR). A comparação locus a locus-mostrou, para três genes KIR, que a presença destes foi estatisticamente diferente entre os pacientes com AR e aqueles sem (KIR2DL1, p = 0,01; OR = 4,01; IC 95% = 1,44- 11,17; KIR2DS4, p = 0,02; OR = 0,10; IC 95% = 0,01 - 0,89 e KIR2DS5, p = 0,02; OR = 3,03; IC 95% = 1 ,15-8, 41). Entretanto, quando divididos de acordo com as mismatches HLA (MM) em três grupos (0-2MM, 3MM e 4-6MM) essas diferenças não foram observadas, observou-se apenas uma tendência à significância para o gene KIR2DL1 (0-2MM p = 0,09; e 3 MM p = 0,08). A análise da expressão de KIR2DS2 e KIR2DS4 não mostrou diferenças significativas entre amostras anteriores e pós-transplante (durante imunossupressão, episódio de rejeição aguda, e 30 dias após o transplante). A análise de freqüências gênicas, identidades dos genes, o perfil ativator e inibidor, e além da análise da expressão, sugerem que a citotoxicidade do Natural Killers, durante a rejeição aguda no transplante renal, pode envolver todos os genes KIR e sua interação com todos os seus ligantes, mesmo outras moléculas HLA (por exemplo: HLA-A e HLA-B), e também outros receptores NK.
URI: http://hdl.handle.net/1884/27057
Date: 2012-04-02

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2011-03-21 - TE ... S DE MORAES (impressa).pdf 8.895Mb PDF View/Open

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